Espasticidade Pós-AVC: NOVA WEBSÉRIE DO DR. LAURO SIDERATOS – ACOMPANHE

Espasticidade Pós-AVC: Entenda os Sintomas e as Opções de Tratamento

A recuperação após um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um processo contínuo que exige atenção a diversos sinais. Um dos sintomas mais comuns, porém pouco compreendidos por familiares e pacientes, é a espasticidade. Se você nota que uma pessoa querida apresenta rigidez muscular ou dificuldade em abrir a mão após um derrame, este artigo vai te ajudar a entender o que está acontecendo e como buscar ajuda.

O que é Espasticidade?

A espasticidade é uma condição neurológica caracterizada pelo aumento involuntário do tônus muscular. Na prática, isso significa que os músculos ficam “travados” ou excessivamente rígidos devido a uma comunicação interrompida entre o cérebro e o corpo.

No vídeo abaixo, o Dr. Lauro Sideratos, médico neurologista na Vila Mariana (SP), explica como identificar essa condição visualmente:


Como identificar a Espasticidade ?

Muitas vezes, a espasticidade não surge imediatamente após o AVC, podendo aparecer meses depois. Os sinais mais característicos incluem:

  • Postura Típica: O braço flexionado junto ao peito e o punho/dedos cerrados.
  • Rigidez Muscular: Dificuldade em esticar os membros para vestir uma roupa ou realizar a higiene pessoal.
  • Espasmos: Movimentos súbitos e involuntários do músculo.
  • Dor e Desconforto: A tensão constante pode causar dores crônicas nas articulações afetadas.

Importante: Além do AVC, a espasticidade também é uma complicação comum em pacientes com Paralisia Cerebral, Lesão Medular e Esclerose Múltipla.


Por que a Espasticidade acontece?

Quando ocorre uma lesão cerebral (como no AVC), o centro de controle que “relaxa” os músculos é afetado. Sem esse comando de relaxamento, o músculo permanece em um estado de contração constante. É uma complicação tardia, o que reforça a importância do acompanhamento neurológico contínuo mesmo após a alta hospitalar.


Existem opções de tratamento para a Espasticidade?

A resposta é sim. O foco do tratamento não é apenas reduzir a rigidez, mas devolver a qualidade de vida e a independência ao paciente. Hoje, a medicina oferece diversas opções e recursos que são adaptados para cada caso:

  1. Fisioterapia e Terapia Ocupacional: Essenciais para manter a mobilidade e prevenir deformidades.
  2. Toxina Botulínica: Uma das opções mais eficazes para relaxar grupos musculares específicos, facilitando o movimento.
  3. Medicações Orais: Auxiliam no controle do tônus muscular global.
  4. Uso de Órteses: Para auxiliar no posicionamento correto dos membros.

Conclusão: O cuidado faz a diferença

Identificar a espasticidade precocemente é o primeiro passo para uma reabilitação bem-sucedida. Se você ou um familiar apresenta esses sintomas, saiba que não precisam conviver com a dor e a falta de mobilidade.

O Dr. Lauro Sideratos é neurologista e atende na Vila Mariana, em São Paulo, ajudando pacientes a recuperarem sua autonomia através de tratamentos humanizados e modernos.

Deseja saber mais sobre o tratamento da Espasticidade?

Acompanhe nossa série de vídeos ou entre em contato para agendar uma avaliação.

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Dr. Lauro Sideratos

Acredito que condições neurológicas crônicas são complexas e rodeadas de mitos e dúvidas, e por isso devem ser tratadas de modo incremental.